Orçamento sem compromisso

Normatização

As Normas N.I.J. (National Institute of Justice) e E.N. (European Normalisation) estabelecem respectivamente os diferentes níveis de blindagem. A cada nível está vinculada uma quantidade de energia associada ao impacto, que depende da massa, velocidade e calibre (forma) do projétil. Estas normas balísticas classificam os materiais a serem empregados na blindagem de acordo com sua capacidade de impedir uma perfuração.

Recentemente a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) criou a NBR 15000, resultado de um esforço em conjunto da ANDB/ABNT/Exército Brasileiro/Abrablin no intuito de disponibilizar ao país uma norma de contenção moderna e que refletisse os desafios da industria de blindagem brasileira.

As Normas não tem como finalidade testarem veículos blindados e sim amostras dos materiais balísticos, vidro, aço, manta ou cerâmica.

Para tanto, os materiais aplicados na blindagem não garantem por si só a proteção necessária, além dos materiais que devem ser devidamente homologados a sua aplicação deve ser por profissionais altamente gabaritados, evitando assim o chamado ponto vulnerável.

Documentos que comprovam a regularidade da BLINDADORA.

Para as Blindadoras é necessário que a mesma possua o C.R. Certificado de Registro, emitido pelo Exército Brasileiro, onde consta as atividades autorizadas a Blindadora, junto a este documento existe o anexo ao certificado de registro que descreve as suas aplicações e quantidade máxima autorizada. É necessário ainda que as blindadoras possuam licença de funcionamento junto a Policia Civil do Estado de São Paulo.

Para as blindadoras que industrializam ou fabricam seus próprios materiais balísticos é necessário e indispensável o T.R. (Titulo de Registro) e o RETEX (Requerimento de Teste Experimental) para cada material industrializado ou fabricado em cada nível de blindagem a ser comercializado, documentos emitidos pelo Exército Brasileiro.

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