Carro Blindado já é acessivel para classe média

O motorista que quiser blindar o carro para se proteger das armas mais usadas por assaltantes nas ruas vai gastar de R$ 27 mil a R$ 45 mil. Terá de apresentar uma série de documentos pessoais, incluindo certidão negativa de antecendentes criminais e vai receber uma autorização do Exército para circular com carro blindado.
Quem quiser ter um carro superblindado, capaz de suportar até ataques de granada e lança-mísseis vai passar por uma burocracia muito maior.

O nível de blindagem de um carro é dividido em seis categorias de acordo com a norma brasileira, que segue os padrões americanos. A categoria mais procurada é a III-A, que suporta até tiros de uma Magnun 44 ou uma pistola 9mm. Os carros só podem ser blindados em categorias superiores a esta com uma autorização especial do Exército. Confira abaixo os níveis de blindagem:

Freelander, Fusion, Honda Civic, Hilux, Pathfinder, Pajero, Sentra, Tucson, Vectra e Volvo C30 são considerados os carros mais blindados no Brasil. Eles são protegidos contra os ataques de armas usadas por bandidos em assaltos nas ruas das grandes cidades.

Uma pesquisa do Exército Brasileiro revelou que, em São Paulo, em um total de 4.200 armas aprendidas, 87% eram revólveres de menor calibre, como 38, 22 e 357. “Por serem armas mais baratas negociadas entre os bandidos e fáceis de usar”, explica o instrutor de tiros Paulo Henrique Ribeiro.

Outros 12% são referentes a pistolas 45, 9mm e 380, armas caras e difíceis de encontrar. Espingardas, carabinas, pistolões ou o modelo Magnum 44 representam o restante. Com o levantamento do exército, as empresas segmentaram a blindagem para 99% das vítimas.
Uma das soluções é a blindagem II-A. “Essa é especifica para quem quer gastar menos e ter um carro seguro”, disse Junot. Uma blindagem deste tipo custa R$ 27 mil, contra R$ 45 mil de uma III-A. Segundo o empresário, é uma blindagem muito procurada pela classe média. “A maioria são pais preocupados com os filhos e que blindam carros populares. Neste caso eles preferem comprar um carro menos potente e ter mais segurança”, comenta o empresário.

Fonte: Globo – G1

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